Never let me go - 4° Capítulo"

domingo, 25 de agosto de 2013

"O beijo dado entre medo e emoção tem no gosto do pecado... A certeza da paixão."





Chegando ao meu armário pego minha roupa e estou prestes a entrar no vestiário pra tirar a roupa de ginastica. Mas Justin me pega e me empurra pra dentro do quartinho da limpeza e antes que eu possa se quer abrir a minha boca, ele me impede de falar.


Justin: Maya, agora eu quero saber, e saber agora, quem é você de verdade. -Ele disse com a mão sobre a minha boca e me pressionando contra a parede. Tentei morder a mão dele, mas mesmo assim ele não soltou.- Se você me prometer ficar quietinha eu prometo que deixo você falar e te solto -então eu assenti com a cabeça e ele tirou a mão da minha boca.
Maya: O QUE VOCÊ TA FAZENDO? SOCORRO, ALGUÉM ME AJ... -e ele tampou minha boca de novo e me apertou mais contra a parede-
Justin: Você disse que ia ficar quietinha, tem certeza de que você quer me ver bravo? -eu respondi negativamente com a cabeça- Então faz tudo o que eu mandar, você entendeu? -assenti e ele me soltou novamente-
Maya: Por que você tá fazendo isso? -disse choramingando
Justin: Eu quero ser legal com você, te ajudo e você me retribui sendo uma informante? O que você fez na minha casa? Colocou alguma câmera ou algo do tipo?
Maya: Justin eu não sei do que você está falando.
Justin: Ah, então você não sabe? Não sabe que descobriram onde era minha casa e invadiram enquanto eu te levava até a casa da Zoe, não sabe que quebraram tudo lá dentro e pegaram coisas importantes minhas? É isso que você está dizendo? -ele estava vermelho, irritado e com muita raiva. Seu rosto estava tão próximo ao meu, e ele falava com uma fúria, como se acreditasse que eu realmente tinha feito algo do tipo.
Maya: Justin, me desculpa. Mas eu não fiz nada disso, eu não sei do que você ta falando. -comecei a chorar desesperada. Eu estava com medo, nunca havia enfrentado uma situação daquelas. Então ele colocou a mão em meu coração e fechou os olhos e inspirou fundo.
Justin: Olha, me desculpe. Eu não sei onde eu estava com a cabeça. Eu só queria saber quem é que tinha entrado na minha casa e pegar o desgraçado. -e como em um passe de magica ele se acalmou. Simplesmente ele sabia agora que não tinha sido eu que tinha feito as coisas das qual ele me acusou. Ofegante eu disse:
Maya: Olha Justin, ta tudo bem. -eu coloquei a mão no rosto dele- Eu sei que vai dar tudo certo, você vai conseguir pegar eles ou elas. Confie em mim, mas você só não pode sair por aí assim, desse jeito todo irritado por aí acusando as pessoas 


Ele segurou a minha mão que estava no rosto dele, fechou os olhos e suspirou. E o que era medo a alguns segundos atrás, agora se tornava um calafrio subindo pela perna. E ele despertou do pequeno transe e agora seus grandes olhos cor de mel me observavam com uma intimidade que jamais alguém me olhou em toda a minha vida. Eu me sentia nua, parecia que eu não poderia esconder nada, não ali, não com ele. Meus joelhos começaram a estremecer, senti que iria cair, mas ele me apertou mais em seus braços e se eu quisesse ir a algum lugar não poderia. E sem mais, sem menos ele me beijou. Assim, de supetão, sem nada a dizer ou declarar. Apenas sentia que podia fazer o que quisesse e o que ele queria parecia o certo, talvez pra ele. De um jeito muito estranho e bizarro quando ele me beijou, pude saber tudo o que ele estava sentindo. Senti meu coração bater mais rápido junto ao dele. Senti minhas pernas formigarem e minhas mãos suarem. E seus pensamentos agora vinham em minha mente.


Segunda-Feira, 12h22. Hora do Almoço.


Enquanto Zoe almoçava eu estava escrevendo um artigo para o jornal da escola com meu lanche de lado. Pensei muitas vezes antes de contar tudo a Zoe, mas tudo parecia estar acontecendo tão rápido, era tão bizarro que decidi nem contar a ela. Não queria ela fazendo muitas perguntas, muito menos falando muito sobre esse assunto. 


Zoe: Amiga, o que aconteceu? Você ta tão calada.
Maya: Hm, minha mãe disse que está um pouco doente e eu estou preocupada, só isso. eu acho que eu vou pra casa, você pode terminar esse artigo?
Zoe: Claro querida, mande lembranças a sua mãe.


Corri pelo estacionamento o mais rápido possível. Joguei as coisa no Miata, abri a capota, soltei meus cabelos e coloquei meus óculos escuros. Eu precisava espairecer um pouco e sabia que se eu fosse para casa não conseguiria isso de jeito nenhum, então comecei a dirigir por San Francisco. Passando por uma rua eu vi uma cafeteria e estacionei o Miata. Entrando na cafeteria percebi que tinha um ambiente bem agradável.

[...]

Depois de dois pedaços de cheesecake e um copo de leite, eu estava mais que pronta para pagar e ir embora. Eu me levantei, quando um cara todo arrumado veio até mim.

- Oi. Meu nome é Riley, posso te pagar um café?
Maya: Muito prazer, eu sou a Maya. Me desculpe, mas eu já estou de saída.
Riley: Mas eu insisto, por favor.
Maya: Eu realmente não posso ficar, deveria estar na escola. Agora se me permite, tenho que ir. Tchau. Foi um prazer.


Entrei no meu carro rapidamente e dirigi até um aliviaria para comprar alguns livros. Chegando lá, senti uma grande vontade de ver alguns livros de ficção. Fuçando alguns livros em meio a uma grande pilha, eu achei  um livro chamado "O sobrenatural". Era uma especie de romance científico. E foi aquele mesmo que eu peguei. 
Eu já estava cansada e estava dirigindo de volta para casa quando eu vi um carro preto no retrovisor. Ele parecia estar me seguindo a umas 5 quadras. Eu acelerei o máximo que eu pude até alcançar um lugar em que estava cheio de carros. O sinal estava fechado e eu liguei a seta e o carro preto consequentemente também ligou. Eu comecei a ficar desesperada com isso. Só queria poder estar em casa e em segurança. Assim que o sinal abriu eu afundei o pé no acelerador voando pela avenida abaixo. E o mais indesejável dos sons surgiu: A cirene da polícia que estava bem atrás de mim. Eu parei o carro e  e a viatura parou logo atrás. Suspirei aliviada quando o carro preto passou reto por mim e pela viatura.O policial desceu da viatura e veio até a janela do meu carro.


Policial: Documento do carro. -peguei meu documento e entreguei ao guarda-
Maya: Está tudo bem? O que a de errado?
Policial: Eu que pergunto. Por que estava correndo tanto assim na avenida?
Maya: Bem, é que tinha um carro me seguindo.
Policial: Que carro?
Maya: Um preto, passou por nós a alguns segundos, você não viu?
Policial: Como? Você estava praticamente sozinha nessa avenida garota. Não tente se justificar, aqui está sua multa. -ele me entregou um papel.
Maya: Mas eu...
Policial: Nada de mas. E se quiser reclamar de novo vou te perder pra ter do que realmente reclamar.


Assim que o policial me deixou sozinha, bati com a cabeça no volante. "O que a de errado comigo hoje?" pensei comigo mesma. Fechei meus olhos e comecei a pensar. Preciso de férias, preciso de um descanso. Preciso que tudo isso acabe. Com jazz ao fundo da cena dramática, percebo que meu celular apita, indicando uma mensagem.


"Preciso te ver hoje a noite. Que tal no barzinho da rua Market, às 8h?
Te vejo lá. 
Justin"




Continua...



oi meus amores, como vocês estão? tava sentindo meio que falta de escrever, porque eu amo escrever sabe? enfim, vcs tão curtindo essa fic? essa fic vai ser bem diferente e bem interessante. espero que vcs estejam gostando, porque ainda tem muito pela frente. meu twitter vcs já sabem né? @canflyjdb. até o proximo capítulo.
beijos, xx.

2 comentários:

  1. HMMMMMMMMMMMMMMM JUSTIN VEM FAZER ISSO COMIGO! CONTINUA PELO BIEBER AMADO!

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  2. Leitora nova na área!!! ta perfeito estou adorando, continua logo please!!!
    By: Ana Paula Ruas/ 16 anos.

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